
A metamorfose na/da literatura contemporânea: uma leitura de ‘ASMA’, de Adelaide Ivánova
ASMA (Nós, 2024) aproxima-se de um épico, mas não chega a sê-lo. Não poderia: os gêneros são relativamente estáveis e se articulam a partir de dinâmicas sociodiscursivas. E ser menor em nada deveria ofendê-lo: ao contrário, evidencia sua potência na contemporaneidade. Crítica por Ana Gábri. Fotos de Lucas Soares (O Odisseu). “A metamorfose é o …








