Descobri que amo o mar na sua amplitude simbólica. Na preservação daquilo que mais me grita: o silêncio que irrompe com o som das ondas; a linha do horizonte que se perde; a vida que se reproduz de forma, por vezes, inimaginável. Capa: Quebra-mar, de Joaquín Sorolla, 1918/ Reprodução. Uma das memórias mais antigas que …








