A escrita talhada no corpo em ‘Meu corpo é testemunha’, de Maurício Rosa
Dividido em oito partes, Meu corpo é testemunha narra o amor do sujeito lírico por uma travesti, Maria, que, após consumar a relação com o sujeito poético, sai…
Vinícius Galindo Farias questiona o que pode a poesia diante da falta em ‘Face de quem perco’
Em entrevista à revista O Odisseu, Vinícius Galindo Farias conta como foi transformar a convivência com as lacunas nos versos de “Face de quem perco” (Mondru, 2025). Desde…
Literatura para impedir o esquecimento: Marcelo Nery confronta feridas abertas do Brasil em ‘Flores Astrais’
Em depoimento para revista O Odisseu, Marcelo Nery, que estreia com o romance Flores Astrais (Mondru, 2025), conta como escreveu um romance de influência gótica sobre os fantasmas…
40 anos sem Juan Rulfo: Quando não há nada que valha a pena ser dito, mais vale o silêncio
Ícone para escritores de linhas, tendências, épocas e estilos completamente diferentes, o mexicano Juan Rulfo, que morreu há quarenta anos, se retirou ao silêncio, certo de que sua…
Ariano Suassuna e Eu – Confissões de um leitor
Entre essas leituras, algumas se tornaram companhia constante, reaparecendo nos momentos decisivos, quando o pensamento parecia pedir um “chão” ou, ao menos, um confronto. Ariano Suassuna foi uma…
Dias de Satã: Um diário
Hoje, com a morte do cineasta Béla Tarr, volto ao texto Dias de Satã cinco anos depois de tê-lo escrito, temporalidade essa que, não surpreendentemente, não deixa de…
VIVER UMA VIDA ANALÓGICA
“[…] viver uma vida analógica pode ser um refúgio, como nos diz Dénètem Touam Bona. Uma fuga para o que há de mais humano em nós: a possibilidade…
Você já ouviu Malakai Bayoh?
Se lembrarmos que Yves Klein, em O salto no vazio, manipulou toda a cena, fabricou as condições para o produto final, começamos a entender que as narrativas no…
Não assista a nenhum filme antes de ler este texto!
Há alguns anos que os canais de crítica cinematográfica têm se proliferado pelo Youtube, Tiktok e outras mídias sociais e junto com eles se formou um público considerável…
Cenas de nossa história coletiva: ‘Diáspora não é lar’, de Nina Rizzi, transforma em poesia a sensação de despertencimento
Em “Diáspora não é lar” (Editora Pallas, 2025), Nina Rizzi rasura o que a crítica literária espera de uma poesia negra. (Foto de Lavínia Lopes). Desde o início…