Ganho quando perco
Ganho quando perco porque o buraco que fica em mim a partir da perda me faz querer achar de volta essa coisa perdida. Ando, corro, me despedaço até…
O amor (?) à imagem em ‘Narciso’, novo filme de Jeferson De
Em Narciso, de Jeferson De, que estreia hoje nos cinemas, há pelo menos duas imagens em jogo: a imagem que o jovem negro tende a rejeitar quando olha…
MUNCAB recebe “Inclassificáveis”, exposição marcada pela rematriação de obras
Entre os artistas reunidos na exposição estão Sol Bahia, José Adário, J. Cunha, Louco Filho e Babalu, que apresentam obras voltadas a paisagens e experiências atravessadas por memória,…
O mundo está acabando faz tempo: Sobre ‘Tarde no Planeta’, de Leonardo Piana
Tarde no Planeta é um romance sobre o fim do mundo, mas as mudanças abruptas e drásticas ganham contorno no âmbito de micro e macro espaços. Foto: Fabio…
Natasha Rostova em Porto de Galinhas, ensaio de Guilherme Coelho Felipe
“Um livro desse tamanho… é alguma promessa que você está pagando?”. Eu ri. Todos rimos, na sala de professores. Só que a pergunta me tocou, porque, sim, era…
Como falam os que voam?
Em Para fazer círculos com mãos de ave, Ana Estaregui conduz o leitor a uma experiência lítero-xamânica de dissolução do ser no poético-em-si. Foto: Reprodução. Guiado pela leveza…
O Caramujo
É a escrita de um sonho? Ou o sonho de uma escrita? Arte ‘Exu’, de Gustavo Nazareno (Reprodução). Não sei se sonhei o sonho, ou se o sonho…
‘Escrevo ficção desde a adolescência, mas só dessa vez senti que era hora de publicar’, diz Fabiane Secches que acaba de lançar ‘Ilhas Suspensas’
Em entrevista à revista O Odisseu, Fabiane Secches conta como a escritora e a crítica literária se equilibraram para a escrita de “Ilhas Suspensas”, seu primeiro romance publicado.…
1 díptico e 1 tríptico: 2 poemas de Pedro Lucas Bezerra
2 poemas de Pedro Lucas Bezerra que viraram 5. Exclusivos para a revista O Odisseu. Modos de pescar e ler futuro Relendo mitos Conteúdo publicado originalmente no n27…
A porca escreve: autoficção radical e o direito de existir monstruosa
Escrever, para certos corpos, nunca foi apenas um gesto estético. É sempre também um gesto político, ainda que o desejo inicial seja simplesmente contar uma história, organizar uma…