Em ‘Como navegar o abismo’, Paula Gicovate resiste à narrativa de superação do luto, mas acompanha a lenta reorganização de uma existência que perdeu seu eixo. Foto: Kenny Hsu/Divulgação. Em 2008, acompanhei a doença da minha avó até a sua morte. De origem judaica, a despedida cumpriria rituais muito específicos. Fui avisada de que ela …