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Crítica

“Fléti e Míris”: a coisa, a maranha e a inventividade cênica

Uma conversa lítero-cinematográfica com Fléti e Míris, romance de estreia Daniel Guerra. Foto: Divulgação. I – A coisa “EU TE JURO”, disse o Leitor ao professor-narrador-personagem, na mesa de um bar, “enquanto olhava de canto de olho para o Caroço, que já nos trazia outra garrafa”. Eu também te juro, leitor, que, desde esse instante, …