Em ‘quase todas sobrevivemos às mães’, Deborah Couto cria romance existencialista com precisão narrativa e construção meticulosa de cenas. Foto de Pedro Perez (Reprodução). Terminei “quase todas sobrevivemos às mães” (Editora 7 Letras), de Deborah Couto, e falei em voz alta: “Como assim?” Fechei o livro. Fiquei parado, pensando: “E agora, o que vai acontecer”? …