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Crítica

“Em que espelho ficou perdida minha face?”: sobre o livro Para não acabar tão cedo, de Clarice Freire

É desprezível o entendimento humano de que o envelhecimento exista para pesar nas mulheres e em mim como se cada fronteira dobrada pelo corpo fosse uma derrota ou uma vergonha triste, quando, na verdade, significa triunfos tácitos riscados na pele. Poucas coisas são mais bonitas no corpo feminino do que os sinais da vida que …