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Crítica

Moinho, de Marcos Oliveira Jr.: saudade, ausência e desilusão.

O novo lançamento do poeta traz profundidade entre sonetos, quartetos e tercetos. Imagem de capa: The Mill, Rembrandt van Rijn (1648) A poesia contemporânea brasileira mostra-se forte neste primeiro quarto do século vinte e um. Desde a ficção científica poética de Cátia Cernov, os mares de Mar Becker, as pitangas de Jéssica Iancoski, até as …

Crítica

‘Há no abismo uma fronteira? Coreografias entre a queda e o planar em Juliana Krapp’, ensaio de Maria Emanuelle Cardoso

O chamado da água é ancestral, e seus arredores são a origem. O som dos corpos hídricos atiçam o nosso ouvido simbólico, ancestral. Não apenas o humano, mas tudo que é vivo vem da água. Aqui, o convite ao mergulho parte do microscópico. A água em sua forma íntima de lagoa. Imagem de capa: Ophelia, …