Hoje, com a morte do cineasta Béla Tarr, volto ao texto Dias de Satã cinco anos depois de tê-lo escrito, temporalidade essa que, não surpreendentemente, não deixa de ter a ver com a obra em questão. Não é uma análise, portanto; é uma homenagem a um sujeito que viveu setenta anos e, entre outras coisas, …
