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Crítica

‘Há no abismo uma fronteira? Coreografias entre a queda e o planar em Juliana Krapp’, ensaio de Maria Emanuelle Cardoso

O chamado da água é ancestral, e seus arredores são a origem. O som dos corpos hídricos atiçam o nosso ouvido simbólico, ancestral. Não apenas o humano, mas tudo que é vivo vem da água. Aqui, o convite ao mergulho parte do microscópico. A água em sua forma íntima de lagoa. Imagem de capa: Ophelia, …