Nos pavilhões da Bienal, Israel, Rússia e China entram na discussão contemporânea. Mas é o Brasil, outra vez, que aponta: a arte nunca foi e nunca será imparcial. Por Samuel Macedo. Foto: Vicente de Mello/ Instituto Guimarães Rosa (Divulgação). Comigo ninguém pode é o título da exposição do Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza …
