Em tempos de polaridade política, Luiza Conde alia realismo fantástico e humor ácido em narrativa provocadora sobre discursos distópicos e inimigos imaginários. Por Ana Luiza Rigueto. Foto de Charles Pereira. “Um dia tudo amanheceu vermelho no Brasil.” Assim começa Vermelho (Urutau, 2026), o mais recente livro de ficção da escritora carioca Luiza Conde. Nele, a …








