De repente, falar do Nordeste sem cartilhas, a partir das próprias experiências, mostrou-se mais efetivo – e mais premiado – do que nos tempos do Cinema Novo. A complexidade estética acima da estética da seca e da fome. Por Octávio Santiago. Arte: “Paridade”, 2018, fotografia e fotomontagem, primeira camada: “Hildenehomem Sousa”, de Gê Viana, segunda …



